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Licenciada em Letras: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Pós Graduada em Pedagogia Gestora

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Rio Grande do Sul, Brazil
Sou professora da rede estadual do Rio Grande do Sul,uma profissional apaixonada pela educação,atuo nas séries iniciais em uma turma de segundo ano e ministro aulas de Língua Portuguesa nas séries finais do Ensino Fundamental. Também trabalho a Arte, a Língua Portuguesa e as literaturas da Língua Portuguesa no Ensino Médio.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Artigo de opinião 2ª série EM Cleison e Leticia

A demora da Rodovia de Cerro Grande do Sul Cerro Grande do Sul cidade com poucos moradores, mas preocupados com a faixa que era para ter saído desde a ponte de chegada de Cerro Grande do Sul, até 8km depois. Mas, só foi feito até agora os trabalhos com as máquinas tirando os galhos, árvores e foram emparelhando as estradas, mas apenas isso até agora. Mas isso aconteceu já faz uns 4 meses atrás. Agora está tudo parado está começando a nascerem brejos, capins e entre outros. Se algum dia sair a tal faixa esperada até chegar à BR 116, eles vão ter que trabalhar e refazer tudo o que eles fizeram de novo! Nomes: Cleison e Letícia Turma: 202

Artigo de opinião 2ª série EM Andressa

Piso salarial O salário mínimo surgiu no Brasil. A lei n°185 de janeiro de 1936 e o Decreto – lei n° 399 de abril de 1936 regulamentaram a remuneração mínima devida a todo trabalhador. Com isso professores de escolas fazem protesto de melhorias em seus salários. Quando então o governador Tarso Genro anunciou à implantação do piso salarial a notícia foi recebida com grande alegria por todos os professores que seriam beneficiados com esse valor. Como esse direito não foi cumprido pelo governo, os professores da rede estadual de ensino começaram uma greve, reivindicando o pagamento do piso salarial prometido aos professores das escolas estaduais do Estado do Rio Grande do Sul. Levando em conta a parcela do salário não pago pelo governador surge uma questão: Como será resolvida essa situação? Será que o governo já pensou numa solução ou os alunos ficarão sem aula por causa da greve. Portanto, com o novo salário mínimo vamos continuar a ouvir falar muito no piso salarial não pago pelo governador, pois frente às necessidades dos professores não restará alternativa senão a greve, única saída para o pagamento do piso salarial. Mediante os fatos ocorridos, a população age como que o professor esteja errado em fazer greve, pois estariam prejudicando os alunos. O piso salarial foi criado para atender as necessidades dos professores. Seria bom que os governantes se inteirassem da realidade de vários professores que sobrevivem só com o salário de professor que às vezes não é o bastante para as suas necessidades básicas. Andressa de Oliveira

Artigo de opinião 2ª série EM Edilberto

O Preço do Fumo A cultura do plantio de tabaco em nossa região é a principal fonte de renda para os moradores das localidades do interior. Uma cultura que há anos domina nossa região, e que hoje está sendo pouco valorizada na hora da venda. O produtor de fumo passa o ano cultivando suas terras, enfrentando as mudanças climáticas, e torcendo para que elas não prejudiquem o produto final. Tendo em vista que nesta safra houve uma grande queda na produção ocasionada pelas tempestades de granizo, ventanias e pela seca que atingiram várias plantações de fumo em diversas localidades de nosso município. A princípio, com a diminuição da colheita, era previsto que o valor do fumo fosse satisfatório ao produtor, no entanto não é isso que está acontecendo. Após ficar a maior parte do tempo envolvido nesta prática, o produtor quando leva seu produto para vender nas empresas fumicultoras, descobre que seu trabalho não foi reconhecido, pois as empresas rebaixam o que podem a classe do fumo, e os produtores são quem pagam o “pato”, pois veem sua safra sendo vendida a preço de “banana”. As empresas alegam que não podem pagar mais que aquele preço, ou que a classe do fumo foi prejudicada por algum motivo, seja ele ocasionado como já falei antes pelo clima, ou por não souberem fazer a secagem corretamente, enfim, sempre arrumam uma desculpa para rebaixarem o preço do fumo. Na verdade, as empresas querem somente ganhar dinheiro à custa do produtor, elas não se importam se o produtor vai sair prejudicado, só se importam com seu faturamento. O que acontece é que o produtor acaba trabalhando somente para pagar suas contas no final do mês, e quase não sobra dinheiro para o lazer. Foi feito um reajuste na safra, porém as empresas não cumprem o previsto, e acabam pagando o mínimo possível para o trabalhador. Enfim, o trabalho de um produtor de fumo, que acorda todo dia cedo para trabalhar, aquele que ganha o seu sustento e o de sua família com esta cultura que é tão cansativa e complicada, e que também prejudica nossa saúde com o uso dos agrotóxicos, deveria ser notavelmente reconhecida, pois o preço que está sendo pago no momento é uma vergonha, o mínimo possível para uma família viver com dignidade. Edilberto Róis A. da Silva

Artigo de opinião 2ª série EM Amanda e Danúbia

A falta de gentileza das pessoas No mundo em que vivemos a falta de educação entre as pessoas está cada vez pior, pois com a correria do dia a dia pensam somente em si próprias não respeitando umas as outras. Na maioria das vezes se esquecem de que somos seres humanos e somos todos iguais, independentemente de cor ou classe social. Nos dias de hoje, falta mais gentileza, respeito e paciência um com outro, as pessoas estão se esquecendo das boas maneiras, como um simples, por favor, ou obrigada. Esses pequenos gestos de respeito podem fazer grande diferença no cotidiano de cada um. Falando em falta de educação um grande exemplo são as escolas, os alunos sejam eles crianças ou adolescentes, tratam os professores muito mal, brigam, gritam, falam palavrões, quebram, cometem atos de vandalismo, eles não aceitam receber ordens. Pensamos que a má educação vem de casa, hoje em dia os pais não tiram tempo para dialogar com seus filhos e nem procuram saber como anda a vida na escola. Se os filhos não respeitam seus pais, não têm como respeitarem os outros, nem serem gentis. É lamentável ver que as pessoas estão perdendo totalmente a noção, não sabem viver em sociedade, tratam uns aos outros como desiguais. Então chegamos à conclusão de que se tivéssemos um pouco mais de respeito um pelo outro o mundo seria melhor, talvez não houvesse tanta violência nem tanto desrespeito, pois um simples gesto como um muito obrigada, um, por favor, um com licença, faz toda diferença. Amanda B. Kologeski Danúbia Pacheco

Artigo de opinião 2ª série EM Bruna e Henrique

A nova era do transexualismo Atualmente no Brasil está sendo colocada em prática uma lei que aprova candidatas transexuais concorrerem a concursos de beleza como uma garota de beleza comum. Muitos aprovam essa lei, pois têm a ideia que isso é coisas da vida, que as pessoas já nascem dessa forma, sendo assim, acreditam que não podem modificar a natureza humana. As pessoas apoiam essa escolha pelo fato da maioria das modelos de hoje em dia transformarem seu corpo usando silicones, plásticas, reparos intermináveis, entre outras cirurgias plásticas para realçar a sua beleza. Portanto se as mulheres que fazem plásticas podem concorrer em concursos de beleza, por que os transexuais não poderiam? Porém, temos outra forma de pensar, acreditamos que uma pessoa nasceu homem precisa honrar isso, contudo, talvez com uma pequena dose de preconceito, acreditamos que com a aprovação essa lei influenciará principalmente as crianças, que passam a crer que esse comportamento humano é uma coisa normal e assim o mundo se torna uma bagunça. Bruna Curtinaz Spolavori e Henrique Gorziza Schwalm

artigo de opinião 2ª série EM Turma 202 Luana e sabrina

Verba ou milagre? A Escola Estadual de Ensino Médio Mem de Sá, surgiu em Cerro Grande do Sul. há 74 anos, sendo a única escola de ensino médio no município. Durante todos esses anos, a escola vem crescendo e precisando de algumas melhorias, que no momento o diretor Marcio Olson, junto com o conselho escolar vem lutando para conseguir o “fechamento” da quadra, já pedido a mais de 20 anos. Quando o então “projeto da quadra” foi apresentado ao estado, foi dado esperanças de que logo se receberia verbas para o tão sonhado projeto de fechamento do local, onde até hoje os alunos, funcionários e diretores da escola aguardam ansiosamente pela sonhada verba. Realizada a pesquisa, concluiu-se que 99% dos entrevistados foram a favor do projeto, justificando que é uma necessidade da escola, onde não apenas os alunos se beneficiariam, e sim toda a comunidade escolar. Apenas 1% foi contra, pois alegou que a escola não necessita nesse momento do fechamento da quadra, que há outras prioridades à frente, como por exemplo o bar na escola, que também é uma necessidade de todos. O projeto da quadra, ajudaria e facilitaria a todos na escola, pois além de servir para educação física, poderia se fazer festas da escola e outros eventos de bastante importância, ao qual não estão mais ocorrendo devido a falta de espaço, deixando assim de beneficiar tanto a escola, quanto a cidade em um geral. Mas o que resta é esperar, a verba ou o milagre. Luana Grassotti e Sabrine König

artigo de opinião 2ª série turma 202 Anahy e Marta

Queremos o bar de volta Na escola Mem de Sá, no inicio do ano letivo foi fechado o bar da escola, que vendia lanches como pizzas, pastéis, salgadinhos, refrigerantes, etc. Foi uma decisão da equipe diretiva da escola, que a partir de 2012, o bar pararia de funcionar, pois, apesar de vender alguns alimentos saudáveis o mesmo não possuía um ambiente próprio e ocupava um espaço necessário às atividades didáticas da escola. Então, hoje o local passou a ser uma sala de aula. A nutricionista diz que geralmente os bares em escola vendem alimentos e bebidas que com o consumo diário podem ser prejudiciais a saúde, e que a merenda que vem para as escolas é baseada em uma alimentação nutritiva e controlada. A vigilância sanitária do município também pede que haja higiene onde se tem alimentos, e que esses alimentos não sejam prejudiciais para os alunos. Mas, por outro lado, com a retirada do bar, a maioria dos alunos passou a comprar salgadinhos e refrigerantes que vem de fora do colégio, que é um risco que se corre, pois a direção não tem conhecimento do que pode haver nesses alimentos e refrigerantes, como ocorridos há pouco tempo, a suspeita de estar entrando bebida alcoólica na escola passando como refrigerante. Portanto o bar da escola vendia lanches feitos pela dona do bar, também vendia salgadinhos, mas se o problema era somente alimentos industrializados e ocupação do espaço escolar, que fosse feita uma proposta para ela apenas retirar os alimentos que não eram feitos por ela e talvez montar uma banca com seus lanches, e não retirar de vez o bar. A retirada do bar não agradou nenhum pouco os alunos, pois nem todos gostam da merenda que é servida, e com isso também acabamos gastando mais do nosso dinheiro para comprar alimentos industrializados e que não nos fazem nenhum bem. Anahy Schinoff Ferreira, Marta Maria Koslowski